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Doutrina Espírita

Passe

  

   O Passe Espírita é simplesmente a imposição das mãos, usada e ensinada por Jesus como se vê nos Evangelhos. Origina-se das práticas de cura do Cristianismo Primitivo. Suas fontes humana e divina são as mãos de Jesus.

    O Passe Espírita é prece, concentração e doação. Quem reconhece que não pode dar de si mesmo, suplica a doação dos Espíritos. Pois são os Espíritos Superiores que socorrem e não quem ‘aplica’ o passe. Isto é assim pois somente os Espíritos Superiores conhecem a situação real do paciente, as possibilidades de ajudá-lo, a natureza dos fluidos que lhe é necessário, e assim por diante.

    O Passe Espírita não pode ser aplicado a qualquer momento e de qualquer maneira. Deve ser sempre precedido de preparação do passista e do ambiente, bem como do paciente.

    Todo o poder e eficácia do Passe Espírita dependem do espírito e não da matéria, da assistência espiritual do médium passista e não dele mesmo.

    As mãos humanas funcionam, no passe espírita, como antenas que captam e transmitem as energias do plasma vital da antimatéria.

    O Passe Espírita não comporta as encenações e gesticulações em que hoje envolvem alguns teóricos improvisados, geralmente ligados a antigas correntes espiritualistas de origem mágica ou feiticista.

    Os Passes padronizados e classificados derivam de teorias e práticas mesméricas, magnéticas e hipnóticas de um passado já há muito superado. Os Espíritos realmente elevados não aprovam nem ensinam essas coisas, mas dão valor à prece e imposição das mãos. Toda a beleza espiritual do passe espírita, que provém da fé racional no poder espiritual, desaparece ante as ginásticas pretensiosas e ridículas gesticulações.

    Sobre as encenações preparatórias: mãos erguidas ao alto e abertas, para suposta captação de fluidos pelo passista, mãos abertas sobre os joelhos, pelo paciente, para melhor assimilação fluídica, braços e pernas descruzados para não impedir a livre passagem dos fluidos, e assim por diante, só serve para ridicularizar o passe, o passista e o paciente.

    Não há milagre nem sobrenatural na eficácia do passe, modestamente aplicado e divulgado por Jesus há dois mil anos.

    Kardec colocou o problema do passe em termos científicos, na ciência dos fluidos, com seu rigor metodológico, ligando-o à estrutura do perispírito (corpo semimaterial, que liga o espírito com a matéria).

    Por ser o Espiritismo uma doutrina racionalista, os resíduos mágicos não podem existir e não devem ser incluídos nas práticas espíritas. Por isso Jesus simplesmente ensinou a imposição das mãos acompanhada da oração silenciosa para a aplicação do Passe Espírita.

Extraído do livro "Obsessão, Passe e Doutrinação" de J. Herculano Pires

 

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